quinta-feira, 4 de junho de 2015

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira  (LDB 9394/96)


A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira  (LDB 9394/96) é a legislação que regulamenta o sistema educacional (público ou privado) do Brasil (da educação básica ao ensino superior).
Na história do Brasil, essa é a segunda vez que a educação conta com uma Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que regulamenta todos os seus níveis. A primeira LDB foi promulgada em 1961 (LDB 4024/61).
A LDB 9394/96 reafirma o direito à educação, garantido pela Constituição Federal. Estabelece os princípios da educação e os deveres do Estado em relação à educação escolar pública, definindo as responsabilidades, em regime de colaboração, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
Segundo a LDB 9394/96, a educação brasileira é dividida em dois níveis: a educação básica e o ensino superior.
Educação básica:
  • Educação Infantil – creches (de 0 a 3 anos) e pré-escolas (de 4 e 5 anos) – É gratuita mas não obrigatória. É de competência dos municípios.
  • Ensino Fundamental – anos iniciais (do 1º ao 5º ano) e anos finais (do 6º ao 9º ano) – É obrigatório e gratuito. A LDB estabelece que, gradativamente, os municípios serão os responsáveis por todo o ensino fundamental. Na prática os municípios estão atendendo aos anos iniciais e os Estados os anos finais.
  • Ensino Médio – O antigo 2º grau (do 1º ao 3º ano). É de responsabilidade dos Estados. Pode ser técnico profissionalizante, ou não.
Ensino Superior:
  • É de competência da União, podendo ser oferecido por Estados e Municípios, desde que estes já tenham atendido os níveis pelos quais é responsável em sua totalidade. Cabe a União autorizar e fiscalizar as instituições privadas de ensino superior.
A educação brasileira conta ainda com algumas modalidades de educação, que perpassam todos os níveis da educação nacional. São elas:
  • Educação Especial – Atende aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino.
  • Educação a distância – Atende aos estudantes em tempos e espaços diversos, com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação.
  • Educação Profissional e Tecnológica – Visa preparar os estudantes a exercerem atividades produtivas, atualizar e aperfeiçoar conhecimentos tecnológicos e científicos.
  • Educação de Jovens e Adultos – Atende as pessoas que não tiveram acesso a educação na idade apropriada.
  • Educação Indígena – Atende as comunidades indígenas, de forma a respeitar a cultura e língua materna de cada tribo.
Além dessas determinações, a LDB 9394/96 aborda temas como os recursos financeiros e a formação dos profissionais da educação.


APM: Associação de Pais e Mestres 
 CECI: Centro de Educação e Cultura Indígena 
 CEFAI: Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão 
 CEI: Centros de Educação Infantil 
 CEII: Centros de Educação Infantil Indígena 
 CEU: Centro Educacional Unificado 
 CI: Ciclo I do Ensino Fundamental
 CIEJA: Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos
 CII: Ciclo II do Ensino Fundamental
 CMCT: Centro Municipal de Capacitação e Treinamento
 CP: Coordenador Pedagógico
 DME: Departamento de Merenda Escolar
 DOT: Diretoria de Orientação Técnica 
 DRE: Diretoria Regional de Educação
 EDUCOM: Programa de Educomunicação 
 EF: Ensino Fundamental
 EI: Educação Infantil
 EJA: Educação de Jovens e Adultos 
 EMEE: Escolas Municipais de Educação Especial
 EMEF: Escola Municipal de Ensino Fundamental
 EMEFM: Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio
 EMEI: Escolas Municipais de Educação Infantil 
 GCM: Guarda Civil Metropolitana
 GDE: Gratificação por Desenvolvimento Educacional
 IDEB: Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
 LDB: Lei de Diretrizes e Bases
 LOE: Linguagem Oral e Escrita
 MOVA: Movimento de Alfabetização
 MTD: Memória Técnica Documental
 NEE: Necessidades Educacionais Especiais
 PAAI: Atuação do Professor de Apoio e Acompanhamento à Inclusão 
 PIC: Projeto Intensivo no Ciclo I 
 POIE: Professor Orientador de Informática Educativa 
 PPP: Parcerias Públicas Privadas 
 PTRF: Programa de Transferência de Recursos Financeiros
PNE: Plano de Ensino de Educação
 SAAI: Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão 
 Saeb: Sistema de Avaliação da Educação Básica
 SAP: Sala de Apoio Pedagógico
 SMADS: Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social

SME: Secretaria Municipal de Educação
 STE: Supervisor Técnico Educacional
 SUS: Sistema Único de Saúde
 TAC: Termo de Ajustamento de Conduta
 TEG: Transporte Escolar Gratuito
 TOF: Toda Força ao 1º ano 
 UBS: Unidade Básica de Saúde
 UE: Unidade Escolar

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Grupo da Pedagogia

Fazemos parte do grupo de alunos da disciplina Projeto Multidisciplinar III da faculdade Anhanguera. A proposta da Atividade Colaborativa da disciplina Projeto Multidisciplinar III foi a criação de um blog destinado ao professor do Ensino Fundamental I – 1º ao 5º ano – com diversas frentes, compondo conteúdos específicos para auxiliá-lo tanto na ampliação como no aprimoramento do trabalho pedagógico.
As informações mapeadas são disseminadas por meio do site e de um amplo processo de colaboração dos nossos membros de grupo. Todo conteúdo produzido pelo grupo está disponível para uso livre.
Estratégias de ensino 

O professor de Geografia pode, em suas aulas, promover um trabalho empolgante com os alunos: a construção de um vulcão. Esse trabalho pode ser executado para finalizar determinado conteúdo (vulcanismo, por exemplo) relacionado ou para apresentação em uma feira de ciências. Para isso são necessários alguns materiais, como:

• Uma placa grossa de isopor para maquete;

• Argila para modelar o vulcão;
• Uma embalagem de filme fotográfico vazia;
• Corante de alimentos nas cores amarela e vermelha.
• Vinagre;
• Detergente líquido;
• Tinta e pincel;
• Bicarbonato de sódio.

Modo de fazer

- Utilizando a argila, modele o vulcão sobre a placa de isopor. No topo do vulcão coloque a embalagem do filme fotográfico com a boca para cima, essa representará a cratera.

- após a secagem da argila faça a decoração do vulcão e das áreas periféricas. Pinte-o de maneira que caracterize o que está sendo representado.

- finalizada a parte estrutural do vulcão, é hora de colocá-lo em funcionamento. Para isso, coloque dentro da cratera duas colheres de bicarbonato de sódio, uma colher de detergente, três gotas de corante vermelho e três, de amarelo. E, por fim, acrescente uma colher de vinagre.


Enviado por: Tânia Maria Romeiro dos Santos/ grupo da pedagogia Anhanguera.

Aspectos importantes da realização de Feiras de Ciências na Educação Básica.


 As ciências naturais são uma porta de entrada a novos mundos, convidando estudantes e professores a desenvolver a curiosidade, a pensar por si mesmos e olhar o mundo com novos olhos.
A educação em Ciências sempre esteve vinculada ao desenvolvimento científico de um país, de uma determinada região, e ao desenvolvimento científico mundial. Países com tradição científica, como Alemanha, Inglaterra e França, desde o séc. XVIII estabelecem políticas públicas para o ensino de Ciências. Já no Brasil, não há essa tradição. A educação em Ciências no Brasil, só chegou à escola básica em função das necessidades geradas pela industrialização. A crescente utilização de tecnologia nos meios de produção impõe uma formação básica em Ciências. Porém, o papel da escola ainda é pautado na transmissão dos conhecimentos de forma mecânica, não levando em consideração que o estudante pode ser construtor de seu próprio conhecimento.
Muito frequentemente, o ensino de Ciências no Brasil ainda se baseia na transmissão do saber científico. Desta forma, o estudante, muitas vezes, recebe as informações prontas e nem sempre essas informações fazem sentido em seu cotidiano. Um ensino investigativo que estimule o estudante a pensar cientificamente, pode nos ajudar, em um futuro próximo, a construir uma sociedade participativa, com ferramentas necessárias para gerar ideias próprias e decidir nosso próprio rumo. Se os estudantes não aprenderem a pensar cientificamente, corremos o risco de formar uma sociedade que, em seu conjunto, não possui pensamento científico. O filósofo Marcelino Cereijido (1997) resume isto argumentando que no Terceiro Mundo “não temos ciência”, porque nossas sociedades aceitam as verdades, sem questionar, sem perguntar jamais sobre as evidencias que há detrás delas.
O processo de aprendizagem instaura-se a partir do desejo do ser humano de estabelecer trocas, de partilhar o mundo. As Feiras de Ciências mostram-se como um importante momento de troca de conhecimento entre estudantes, professores, equipe gestora da escola, familiares, visitantes e funcionários da escola. Portanto, um importante momento de aprendizagem. As Feiras/mostras de Ciências são conhecidas como atividades pedagógicas e culturais com elevado potencial motivador do ensino e da prática científica no ambiente escolar. Há registros internacionais de que a primeira Feira de Ciências data do início do século XX. Porém, somente a partir da II Guerra Mundial é que elas começaram a ser disseminadas.
 No Brasil, as primeiras Feiras de Ciências começaram a ser realizadas na década de 60. As Feiras são oportunidades dos estudantes demonstrarem, das mais variadas formas, seus conhecimentos científicos, sua criatividade, trocar informações com a comunidade, discutir conhecimento, etc. O objetivo das Feiras de Ciências na educação básica, não é trazer avanços significativos para a área (responsabilidade da ciência acadêmica e não escolar), mas sim, despertar o gosto dos estudantes pelas Ciências, além de promover a divulgação da cultura científica na comunidade escolar. Este trabalho, de cunho bibliográfico, visa levantar informações sobre a importância da realização de Feiras e mostras para o aprendizado de Ciências. É importante que os trabalhos não sejam desenvolvidos exclusivamente para a apresentação na Feira de Ciências, mas que haja uma intencionalidade didática na ação e que, a Feira de Ciências seja um momento de apresentação do trabalho e troca de conhecimento. Vemos, por vezes, escolas e professores organizarem uma Feira de Ciências em poucas semanas e fica uma dúvida? De que forma foi desenvolvido um projeto de modo que os estudantes pensassem sobre um determinado problema ou questão do cotidiano, para que pudesse fazer sentido a eles e a quem visita a Feira? De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais: O projeto é uma estratégia de trabalho em equipe que favorece a articulação entre os diferentes conteúdos da área de Ciências Naturais e desses com os de outras áreas do conhecimento, na solução de um dado problema. Conceitos, procedimentos e valores apreendidos durante o desenvolvimento dos estudos das diferentes áreas podem ser aplicados e conectados, ao mesmo tempo em que novos conceitos, procedimentos e valores se desenvolvem (BRASIL, 2001, p. 126). Além do conhecimento conceitual construído ao longo do projeto feito para a Feira de Ciências, ela também atua:

 1) como mobilizadora da produção: a perspectiva de apresentar um trabalho gera no grupo uma vontade de fazer melhor, compromisso com a qualidade;
 2) como meio de transmissão de conhecimento: a função deste conhecimento é social. Tem um interlocutor real e um potencial de repercussão entre as pessoas;
 3) como espaço de trocas e ampliação de aprendizagens: os estudantes têm a oportunidade de ouvir comentários e questões sobre o que produziram, além de visitar outros trabalhos e ter contato com outros objetos de conhecimento;
 4) como geradora de protagonismo: os estudantes assumem um papel de formadores de opinião, orientando o público em relação a questões sociais e/ou ambientais, contribuindo para a formação de atitudes nos jovens;
 5) como estímulo ao trabalho cooperativo: é necessário dividir tarefas entre os membros da equipe, planejar, controlar ações. O trabalho em equipe favorece a aceitação das diferenças culturais, sociais, econômicas, etc., além de possibilitar a trocar de informações;
6) como impulsionadora da competência comunicativa: oralidade, organização escrita do trabalho (se houver), necessidade de argumentação;
7) como estímulo ao desenvolvimento do método científico: os estudantes pensam sobre suas hipóteses, elaboram atividades que comprovam ou refutam essas hipóteses, comparam seus resultados com resultados obtidos anteriormente (bibliografia);
 8) como desencadeador do gosto pela pesquisa: desenvolver os projetos faz com que os estudantes percebam que são capazes de explicar fenômenos antes apenas conhecidos e que a pesquisa é responsável por isso.

 Para haver mais aprendizado, é importante envolver os estudantes, despertando o gosto pela ciência. Isso é fácil, afinal, os seres humanos são seres curiosos por natureza. Para isso, não é necessário ter um laboratório sofisticado na escola, materiais simples e boas perguntas podem estimular a curiosidade os estudantes. Se houver possibilidade, levar os estudantes à visitas fora da escola, em um zoológico ou a um museu de física também pode ajudar a despertar este gosto pela ciência. De um modo geral aprendizado de Ciências não se torna relevante após o período escolar, não tendo muita permanência depois que o estudante sai da educação básica. Por isso, os projetos para as Feiras de Ciências devem fazer sentido para os estudantes e para a comunidade. É comum ouvirmos jovens adultos dizerem que não se lembram do que aprenderam na escola, sobre física e química ou ainda, dizerem que aprenderam sobre movimento retilíneo e uniforme e sobre reações químicas, mas não se lembrarem de nada sobre o assunto. É impossível aprender tudo sobre e de Ciências, portanto, deve-se optar entre um ensino superficial e meramente informativo e a escolha de conteúdos significativos trabalhados de forma investigativa que, além de proporcionarem conhecimentos científicos variados, contribuem para a formação de atitudes, para a busca de informações e para a formação da cidadania. Considerando que o ensino por investigação mostra-se mais eficiente e que a aprendizagem torne-se mais significativa, a opção por um trabalho meramente informativo não é viável para que os estudantes possam compreender o mundo em que vivem. Deve-se ter clareza dos objetivos de pesquisa e da expectativa de aprendizagem, de acordo com a faixa etária dos estudantes. Mesmo os estudantes escolhendo o tema do projeto, os projetos devem condizer com a faixa etária de cada grupo. Algumas vezes, em séries do ensino fundamental I, é necessário mediar mais de perto a escolha do tema ou, definir o tema a ser pesquisado. Formular hipóteses, observar em campo o problema, definir estratégias para solucionar o problema, aplicar das estratégias, analisar os resultados, levantar novas hipóteses (caso aconteça), buscar bibliografia sobre o assunto e concluir, são as etapas importantes do método científico que devem ser trabalhadas. É importante que os estudantes apresentem seus conhecimentos prévios e, durante a pesquisa e a interação com os outros, reformulem seus conhecimentos. Interpretar a realidade de forma diferente, após reformular seus conhecimentos agrega significado ao conteúdo estudado. Além disso, e tão importante quanto as etapas do método científico, os estudantes devem valorizar o registro das descobertas. Não é possível pensarmos em ciência, sem pensar em registro. Sabemos das descobertas científicas de muitos séculos atrás, pois isso foi registrado de alguma forma. É importante colocar no papel cada etapa, cada descoberta, por meio de desenho, de texto, de tabelas e gráficos, por exemplo.
As Feiras de Ciências mudaram nos últimos anos. Os estudantes não mais reproduzem, apenas, informações de um livro, sobre uma maquete de hidrelétrica, por exemplo, mas passam a utilizar o método científico para compreender o funcionamento desta hidrelétrica, representada, no dia da Feira de Ciências, por uma maquete. A partir do momento que o estudante aprende, e que essa aprendizagem é significativa, ele é capaz de explicar diversas situações, contribuindo assim, para o aprendizado de outros estudantes e da comunidade escolar. Os trabalhos dos estudantes podem ser de diferentes tipos, por exemplo, trabalhos de montagem como uma maquete com a rede elétrica de uma cidade, ou um vulcão. Além disso, podem ser trabalhos informativos, por exemplo, sobre DSTs ou tabagismo, ainda, trabalhos investigativos, onde os estudantes elegem um tema, definem o que querem saber sobre este tema e pesquisam.

 Cabe ao professor ser agente transformador, para isso, o professor deve passar de uma posição tradicionalmente informativa, para uma posição de professor questionador, com perguntas socialmente relevantes, servindo de mediador de uma situação. O estudante torna-se o pesquisar e o professor o mediador do aprendizado. Para mostrar aos estudantes que a Ciência o ajuda a entender o mundo, os projetos e as Feiras de Ciências funcionam como um gancho entre o conhecimento científico e o cotidiano. O estudante que vivencia uma metodologia de investigação, por exemplo, através de um projeto de pesquisa para uma Feira de Ciências, de torna-se mais criativo, indagador e com vontade de aprender mais.

Enviado por: Tânia Maria Romeiro dos Santos/ Grupo da Pedagogia Anhanguera.

Feira de Ciências sobre água


Objetivo(s) 
- Reconhecer características da água.
- Associar o uso da água a algumas de suas características.
- Perceber a interferência do homem no meio ambiente.


Ano(s) 


Tempo estimado 
Dois meses.


Material necessário 
Água, copo de papel, folha de papel, vela, fósforo, recipiente plástico, giz, suco em pó ou corante, garrafa PET, açúcar, sal e detergente.


Desenvolvimento 

1ª etapa 
Para trabalhar esta sequência com alunos com deficiência auditiva (com compreensão inicial de Libras e em processo de alfabetização), na primeira etapa, oriente-os individualmente, explicando em detalhes como será cada etapa da atividade. Ao falar para o grupo, dirija-se ao aluno com deficiência e estimule sua leitura orofacial.
Na segunda etapa, amplie o repertório do aluno sobre o tema, encaminhando leituras e atividades junto ao AEE ou como lição de casa.
Na terceira etapa, estimule a participação do aluno com deficiência fazendo perguntas dirigidas apenas a ele e peça que socialize suas ideias com o grupo.
Na avaliação, combine antecipadamente com o aluno como será sua participação na Feira de Ciências. Caso sua comunicação com o público seja limitada, ele pode se sentir mais representado pelos registros em cartazes ou vídeos feitos com o grupo.

2ª etapa 
Informe aos alunos que eles farão um trabalho para ser apresentado numa feira de Ciências sobre o tema "Água". Divida a turma em grupos com, no máximo, cinco integrantes, e avise que todos estudarão vários aspectos ligados ao assunto. É importante lembrá-los de que o evento será investigativo. Caberá aos estudantes envolvidos no projeto, portanto, fazer a mediação com os visitantes da feira durante o processo de construção de alguns conhecimentos.

Para dar início à preparação da feira, deixe que os alunos observem você colocar um pedaço de papel na chama de uma vela para que ele pegue fogo. Em seguida, trabalhe as seguintes questões: 1) Por que, ao ser posto no fogo por alguns instantes, um copo de papel com água não pega fogo? A água do copo esquenta? Você pode fazer uma demonstração dobrando uma folha de papel em forma de cone e colocando dentro dele um pouco de água. Depois, aproxime-o da chama da vela. As crianças perceberão que, dessa vez, o papel não pega fogo, pois a água é capaz de absorver a maior parte do calor. Peça sugestões de outros casos em que a capacidade térmica da água seja evidenciada. Exemplo: quando entramos no mar ou em uma piscina à noite e sentimos que a água está quente (essa sensação se deve justamente ao fato de a água ter passado o dia inteiro absorvendo calor); 2) Por que a água é considerada um solvente universal? Os estudantes podem fazer misturas de água com sal, açúcar e detergente para notar que todas essas substâncias se dissolvem; 3) Por que, quando molhamos a barra da calça na chuva, ela acaba ficando úmida até quase a altura dos joelhos? Para explicar esse fenômeno, chamado capilaridade, proponha experimentos como os seguintes: em um recipiente, coloque um pouco de água e adicione corante ou suco em pó. Depois, peça que os alunos mergulhem a ponta de um giz branco no líquido. Eles verão que a parte colorida "subirá" além do ponto em que o giz foi mergulhado. O mesmo pode ser observado ao mergulhar em um recipiente a ponta de uma toalha de banho; 4) Por que alguns insetos são capazes de "andar" na superfície da água? Esse é o gancho para abordar outra propriedade importante da água: a tensão superficial. Faça uma investigação sobre o tema com a turma; 5) A água disponível na natureza vai acabar um dia? Para discutir o assunto, leve para a sala uma garrafa PET e monte um modelo de escala da água do planeta. Se toda ela coubesse numa garrafa de 2 litros, quanto desse total seria doce? Resposta: apenas três ou quatro colheres de sopa. Quanto dessa água doce está em forma líquida e disponível para consumo? Resposta: aproximadamente três gotas. Durante a atividade, faça perguntas sobre a utilização desse recurso natural pelo homem e as possíveis consequências do uso inconsciente.

3ª etapa 
É hora de a garotada elaborar a problematização que será desenvolvida junto aos visitantes da feira de Ciências. Explique que ela deve estar relacionada aos seguintes conteúdos: 1) Características e propriedades da água; 2) Distribuição da água no planeta; 3) Utilização da água pelo homem. Garanta que, durante as aulas, os estudantes tenham contato com esses conteúdos. É fundamental que eles pesquisem, façam experimentos e escrevam sobre os três temas.

4ª etapa 
Explique à turma que a feira de Ciências que vocês pretendem organizar só será investigativa se os visitantes participarem das atividades. Dê alguns exemplos de como isso pode ser conseguido. Uma estratégia é propor aos estudantes que trabalhem em grupo para solucionar um problema, deixando claro que os questionamentos apresentados por você durante as aulas de preparação para a feira podem ser repetidos com os visitantes. Avise que você estará por perto o tempo todo para ajudar. Produto final Feira de Ciências.

Avaliação 
Avalie a participação de cada aluno e verifique se os objetivos de aprendizagem foram atingidos. Uma breve apresentação do trabalho em sala de aula, antes da feira, pode ser um bom momento de avaliação.

Deficiências 
Auditiva

 Enviado por: Tânia Maria romeiro dos santos/ grupo da pedagogia Anhanguera.
Artes

A primeira forma de comunicação, antes da escrita, é o desenho, por meio dele a criança pode expressar seus sentimentos, a situação pela qual passa no dia a dia e conflitos interiores.
É na Arte que ela começa a ter o primeiro contato com a comunicação realizada através do papel.
O trabalho com Artes vai muito além do desenho no papel e é importante que o professor encontre esse olhar crítico e entenda e possa manifestar todos os campos do saber que a Arte oferece.
Atividades elaboradas para Artes.
Atividade para o 1º ano.
Trabalho de sensações.
Objetivo:
Dar início ao conhecimento do novo e do diferente;
Entender que a Arte é mais que desenhar é sentir;
Estabelecer noção de transformação dos elementos.
Materiais: Água, uma mesa ou uma superfície lisa de preferência branca, maisena e anilina de qualquer cor e uma travessa.
Coloque a maisena em uma travessa e a apresente aos alunos, peça para colocarem o dedo e sentirem a espessura da maisena e para descreverem o que acham. Qual a sensação.
Depois coloque uma pequena quantidade de água na maisena e pingue algumas gotas de anilina jogue essa mistura na mesa ou em uma superfície lisa e de preferência branca.
Essa mistura formara uma massa colorida que endurece criando uma casca fina, mas quando mexida faz com que a casca quebre e por dentro o material estará mole. Oriente os alunos a colocar as mãos, incentivando-os a mexer, formar desenhos e descrever a sensação desta mistura de materiais.
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Atividade para o 4º e 5º ano.
Trabalho de arte impressa ou Xilogravura.
Objetivos:
Conhecer a história por meio de imagens;
Entender um dos processos de arte impressa;
Compreender que existem diversas formas de trabalhar arte impressa e que elas não estão distantes de nossa realidade.
Materiais: Dois pratinhos de isopor (aqueles que vêm com doces ou são usados para colocar legumes em pequenas porções), lápis, um pequeno rolinho de pintura, tinta vermelha, preta, marrom, ou qualquer outra tinta escura e papel sulfite.
Apresente aos seus alunos os trabalhos de arte impressa e sua importância no decorrer da história, após a aula teórica peça para que criem um desenho.
Esse desenho será reproduzido na parte de trás do pratinho de isopor, caso o pratinho possua bordas. Após o desenho ser reproduzido o aluno irá realizar furos, próximos entre si, em cima do traçado. Após os furos serem feitos em todas as linhas do desenho, será colocada tinta no outro pratinho e o rolinho será passado na tinta para ser aplicado no pratinho com o desenho furado. Logo após passar a tinta o pratinho será pressionado sobre uma sulfite e removido devagar.
O resultado será o desenho aparecendo impresso na folha de papel, e assim a xilogravura será feita.
Este trabalho pode ser exposto para toda a escola em painéis ou cartazes.
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Atividade de Artes realizada fora do ambiente escolar.
Atividade: Visita a Pinacoteca
Em uma visita a Pinacoteca os alunos poderão presenciar diversas maneiras de se expressar artisticamente e conhecer todo um universo que respira arte.

Imagens da Pinacoteca.




Enviado por: Bianca Vanusa de Oliveira Grupo da Pedagogia Anhanguera.

domingo, 24 de maio de 2015

Sarau Ambiental

Um Sarau é um meio de introduzir a criança no meio da arte por meio da integração de vários tipos de arte, como música, pintura, teatro, desenho e dança. É um meio de atrair as crianças para um determinado conteúdo de forma dinâmica e divertida, tratando de temas que são abordados em sala de aula.
            Um Sarau muito legal a ser organizado é sobre o meio ambiente, que é um tema muito abordado nos dias de hoje, e podem ser feitas diversas atividades para serem apresentadas no Sarau, para que as crianças aprendam sobre o tema de forma lúdica.
            Abaixo seguem algumas sugestões de atividades que podem ser abordadas no Sarau:


Reciclagem de materiais em desenhos de animais






Mais atividades com sucata no site: http://www.portalescolar.net/2013/10/50-atividades-de-artes-1-ao-3-ano-ens.html. ( Enviado pela aluno do grupo Pedagogia Jéssica Costa de Souza).