quarta-feira, 20 de maio de 2015



SUGESTÃO PARA ELABORAÇÃO DO PORTFÓLIO




1 COMO DEFINIR O PORTFÓLIO?

È um instrumento de estimulação do pensamento reflexivo, oportunizando documentar, registrar e estruturar os procedimentos de aprendizagem.

2 QUAL SEU OBJETIVO?

O objetivo da avaliação com PORTFLÓLIO é encorajar o ensino centrado na criança, pois auxilia a mesma a refletir  sobre seu próprio trabalho, realizando assim, as relações marcantes entre os tópicos desenvolvidos no ensino e as próprias experiências que constituem-se nas bases da atividade intelectual

3 ENTÃO O PORTFÓLIO É…

Poderíamos colocar o Portfólio como uma coleção de itens que revela, no transcorrer do ano os diferentes aspectos do crescimento e do desenvolvimento de cada criança.
Se há pretensão em formar  o aluno que coloca  seus pontos de vista, que escute, considera as opiniões,  ajuda na construção de regras, levanta problematizações, etc,  é necessário que  se estabeleça os espaços de interação e redimensionamento da aprendizagem…

4 QUAL O CONTEÚDO DE UM PORTFÓLIO?

Necessariamente, os portfólios não precisam ser idênticos para todas os alunos. A seleção do material passará por critérios estabelecidos para sua montagem porém considerando a diversidade, as atividades pedagógicas também poderão ser diferentes.
Os conteúdos mais freqüentes do Portfólio são desenhos e registros escritos, incluindo amostras de trabalhos, experiências científicas, informações matemáticas e resolução de problemas.
Os desenhos começam a ser selecionados a partir do estágio de rabiscar até os desenhos esquemáticos.
Os registros escritos podem ser: assinatura da criança, legenda em desenhos, carta para os pais, professores, colegas ou outras pessoas, registros diários, relatórios, história… ( o maior erro é colocar atividade que realizadas)

HÁ TRÊS MODELOS DE PORTFÓLIO

PORTFÓLIO PARTICULAR – onde há registros a respeito de cada aluno. São guardados históricos médicos, registros de casos, entrevistas com pais, entre outros. Devem ser mantidos em local seguro para garantir a privacidade da criança e da família – Geralmente esse tipo de portfólio fica na sala das pedagogas, mais não impede que professores tenhamos anotados esses dados também.

PORTFÓLIO DE APRENDIZAGEM -  contém anotações, rascunhos, amostras de trabalhos diário de aprendizagem da criança; esse tipo de Portfólio é a coleção da criança, onde ela mesma poderá arquivar e consultar os materiais. No início do ano letivo eu já solicito que cada aluno tenha sua pasta com elástico.

PORTFÓLIO DEMONSTRATIVO – contém amostra  representativas do  trabalho, as quais demonstram avanços importantes ou problemas persistentes.
Podem estar arquivados: fotografias, cópias selecionadas de narrações dos alunos, entre outros. (Esse é o mais usado)

PORTFÓLIO DIGITAL – Há professores que registram suas aulas e colocam as fotos no blog.
Esse tipo de Portfólio possibilita revelar aos professores os trabalhos realizados anteriormente e a busca de novos procedimentos para embasar os alunos no que for necessário
PROCESSO DE MONTAGEM DO PORTFÓLIO
Estão são algumas sugestões para a montagem deste instrumento de avaliação com os professores e alunos:
- Identificar e definir com os professores os propósitos  da elaboração do portfólio
- Estabelecer os tipos e itens que serão coletados
- Estabelecer cronograma para coleta de cada tipo de item
- Organizar a “folha de roso” com dados sobre o aluno

COM RELAÇÃO AO MATERIAL COLETADO
a)      Amostras de trabalhos
Selecionar o item dos trabalhos que foram desenvolvidos com os alunos.
Solicitar à criança que dite ou escreva breves comentários sobre o item. É possível seguir algumas questões como?
- Como você  fez esse trabalho?
- O que você mais gosta nele?
- O que você gostaria de ter feito de outra maneira?
( Este passo incentiva a criança a fazer comentários sobre outras atividades, a escrever registros, etc)
b)      Nos itens selecionados é importante que haja registro de:
- Como foi o encaminhamento
- O que havia planejado para esta atividade
- Registrar comentários da criança
- Registrar  intervenções realizadas ( uso de materiais, auxílio de colegas/professores, uso do desenho para esclarecimento, uso de material concreto, outras estratégias que utilizou)
- Datar todas as atividades
- Para alunos com maiores dificuldades fazer breve relato sobre a atividade proposta e seu desenvolvimento.
Há várias maneira de criar a capa para o portfólio com o aluno, uma maneira bacana é solicitar para que a família confeccione a capa do portfólio como achar melhor, desde que seja um trabalho familiar. O importante é proporcionar momentos de interação entre a escola e a família.




fonte: http://juciele.fixtofix.com/?p=865.

domingo, 17 de maio de 2015


Apresentação de Quadrilha Junina




Objetivos

- Montar uma coreografia para ser apresentada na festa junina.
- Desenvolver a noção espacial (do aluno em relação a ele mesmo, em relação aos outros, em relação ao espaço de apresentação e em relação à plateia) e a noção rítmica (respeitar o andamento da música, acompanhar o grupo, dançar dentro da melodia musical).

Conteúdo específico
Quadrilha Junina nordestina

Anos
1º ao 5º ano

Tempo estimado
8 aulas

Material necessário
Aparelho de som, computador com acesso à internet, uma folha de sulfite, lápis para todos os alunos, uma cartolina e pincel atômico.

Desenvolvimento
1ª Etapa
Compartilhe o projeto da Quadrilha com os alunos, explique o que será feito e, em seguida, brinque com ao turma de "Mestre mandou": coloque uma música animada e deixe que dancem livremente, pause a música repentinamente e dê uma ordem precisa de formação coletiva no espaço. Por exemplo: "Mestre mandou fazer uma roda"; "Mestre mandou fazer duas rodas, uma dentro da outra"; "Mestre mandou fazer um quadrado"; "Mestre mandou fazer um triangulo"; "Mestre mandou fazer a letra X", a letra "S", a letra "U"; "Mestre mandou fazer duas filas lado a lado"; "Mestre mandou fazer quatro filas", e assim sucessivamente.

2ª Etapa

Mostre dois ou três vídeos de Quadrilhas Juninas e peça que as crianças registrem, em forma de desenho, as várias formações no espaço que são produzidas ao longo da coreografia. Esta etapa pode ser feita com base nos vídeos disponíveis em http://abr.io/quadrilha1 ou emhttp://abr.io/quadrilha2. Analise com as crianças o resultado dos desenhos, mostrando quais formas geométricas são usadas na Quadrilha, que ora as linhas são retas, ora são curvas e que a maioria dos desenhos é simétrica. Questione quais outros desenhos existem e que são possíveis de se fazer numa coreografia e peça para que a turma desenhe - individualmente ou em pequenos grupos.

3ª Etapa
Com base em todos os registros feitos, eleja com os alunos quais desenhos no espaço farão parte da Quadrilha deles. Disponha as imagens em uma ordem que facilite a ligação entre todas elas. Leve as crianças para um local espaçoso e teste a ordem estabelecida. Faça as alterações necessárias e desenhe toda a sequência em uma cartolina, como uma grande partitura coreográfica, para que os alunos visualizem bem como será a coreografia.

4ª Etapa
Escolha uma música brasileira bem animada. Ela pode ser instrumental ou cantada. Caso seja escolhida uma com letra, verifique o conteúdo para saber se é adequado à turma. Determine com que passo os alunos irão se deslocar durante a coreografia.

5ª Etapa
Depois que os alunos estiverem relativamente confortáveis na estrutura coreográfica (com a ordem dos desenhos decorada e fazendo o passo básico no andamento da música), acrescente movimentos dançantes para as outras partes do corpo, incrementando a coreografia e criando "elementos surpresa" para a plateia, como por exemplo, fazer gestos com os braços, bater palmas em determinado momento, dar pulinhos que façam o corpo girar, fazer movimentos com a cabeça ou com o quadril, agachar ou ajoelhar, realizar flexões de tronco, além de outros movimentos que já tenham sido trabalhados nas aulas de dança e façam parte do repertório dos alunos. Lembre a todos que esta é uma dança coletiva, onde se dança com o(s) outro(s) e para a plateia.

Avaliação
Para se fazer uma avaliação que tenha sentido e seja útil para os alunos, o ideal é filmar um ensaio e mostrar para a turma. Passe o vídeo duas vezes seguidas para que tenham a oportunidade de olhar, na primeira vez, o que quiserem e, na segunda, o que você deseja que a garotada observe. Depois, abra para comentários onde eles mesmos possam mapear o que está bom e o que precisa ser melhorado.
Lembre-se de estabelecer critérios objetivos a serem observados, tais como musicalidade, memorização da coreografia e noção de grupo. Levante com os alunos o que deve ser feito para sanar os eventuais problemas ou dificuldades.
Esta atividade avaliativa deve ser feita com tempo suficiente para que ainda haja vários ensaios antes da apresentação. Se possível, filme a apresentação dos alunos e exiba novamente para que eles possam assistir às próprias performances e compará-las em diferentes momentos, observando o que se alterou e o que permaneceu igual ao ensaio filmado e, ainda, o quanto é diferente dançar sem a plateia e com a plateia.

Produto Final
Apresentação de uma Quadrilha Junina à comunidade escolar.

Retirado do site: http://revistaescola.abril.com.br/arte/pratica-pedagogica/apresentacao-quadrilha-junina-nordestina-627283.shtml.

A alimentação e o corpo humano



Objetivos 

- Compreender que o corpo funciona de forma integrada, relacionando os sistemas circulatório, respiratório e digestório

Conteúdos
- Transformação dos alimentos;
- Transporte dos nutrientes e oxigênio pelo sistema circulatório;
- Obtenção de energia utilizando oxigênio;
- Relação entre os sistemas digestório, circulatório e respiratório.

Anos
4º e 5º

Tempo estimado
Duas ou três aulas (caso a avaliação seja realizada em sala de aula)

Material necessário
- Folhas de papel A4;
- Imagens do sistema digestório.
Flexibilização
Para alunos com deficiência intelectual
Amplie o tempo de realização de cada uma das etapas da sequência e respeite o tempo de aprendizagem do seu aluno. Os cartões, assim como as imagens e os modelos tridimensionais dos sistemas do corpo são bons recursos para aguçar a curiosidade e tornar o assunto mais palpável para a criança. A aproximação de temas aparentemente "abstratos" (o que está dentro do nosso corpo) a atividades facilmente realizáveis ajuda muito na aprendizagem. A medição dos batimentos cardíacos pode ser feita junto de um colega. No contraturno, conte sempre com a ajuda do responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Preparação
Faça três pequenos cartões a serem distribuídos aos alunos, contendo:

Cartão Sistema Circulatório: nome dos componentes desse sistema (vasos sanguíneos, sangue e coração), caminho percorrido pelo sangue e função desse sistema.

Cartão Sistema Respiratório: nome dos órgãos, caminho percorrido pelo ar e função do pulmão.

Cartão Sistema Digestório: nome dos órgãos do tubo digestório e das glândulas acessórias, caminho percorrido pelo alimento e função de alguns órgãos desse sistema.

- Cada grupo de 3 alunos deverá ter um conjunto de cartão dos três sistemas.

Desenvolvimento
1ª etapa
Inicie o trabalho informando aos alunos que irão realizar, por alguns minutos, uma atividade física. Solicite que contem e anotem, em uma folha, o número de seus batimentos cardíacos antes do início do exercício; para essa atividade, cronometre 15 segundos. Alerte-os também, a prestar atenção em sua respiração, verificando se aumenta ou se se mantém constante durante e, ao final do exercício. Após o exercício, solicite aos alunos que contem e anotem novamente o número de batimentos cardíacos. Após anotarem, peça a eles que multipliquem os resultados obtidos por quatro, para obter a freqüência cardíaca por minuto.

A atividade física pode ser realizada no pátio da escola (corrida) ou mesmo dentro da sala de aula (polichinelo), por alguns minutos. Para aferir os batimentos cardíacos, oriente os alunos a colocar o dedo indicador e médio sobre a lateral do pescoço, um pouco abaixo da orelha, ou na parte interna do punho.


2ª etapa
Após a realização da atividade, pergunte aos alunos por que eles acham que houve aumento nos batimentos cardíacos e na freqüência respiratória? É importante que relacionem o aumento com a maior necessidade de oxigênio e nutrientes para o corpo. Para isso, realize uma breve conversa com eles, questionando-os sobre uma das funções do sistema circulatório (transporte de nutrientes e oxigênio pelo corpo).

Informe aos alunos que todas as células do corpo precisam de nutrientes e oxigênio para obter a energia que utilizamos nas atividades do dia-a-dia como, brincar, correr, estudar, dançar, pular, falar.

Organize a sala em um círculo e pergunte aos alunos de onde vem essa energia que utilizamos nas atividades diárias?

É esperado que eles respondam que obtemos essa energia dos alimentos. Muitos escutam desde muito pequenos que precisam se alimentar para ficar "fortinho". Mas de que forma esse alimento é transformado na energia que utilizamos em cada uma dessas atividades do dia a dia?

Relembre com eles o caminho percorrido pelo alimento desde que é ingerido até a eliminação dos resíduos pelas fezes (boca, esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso). Para isso, você pode utilizar uma imagem do sistema digestório. Questione-os sobre o que acontece com o alimento após ser ingerido e entrar no tubo digestório? Nesse momento, apresente duas situações para os alunos: a importância da mastigação para quebra dos alimentos em partículas menores e a importância da ação de enzimas para que haja outra quebra de forma a obter partículas menores do que as deglutidas.

Por que precisamos quebrar os alimentos em partículas menores? Pergunte aos alunos se engolíssemos um pedaço de maçã, se ele conseguiria penetrar na parede do intestino (órgão responsável pela maior parte da absorção de nutrientes pelo corpo). O que deve acontecer com o alimento para que ele consiga passar por essa parede? É esperado que os alunos saibam que quebrar os alimentos em pedaços menores permite que ele seja absorvido pelo intestino. Mas e depois de absorvido, o que acontece com o alimento? Essa pode ser sua próxima pergunta.

Todas as células do nosso corpo precisam receber nutriente para funcionar corretamente. De que forma esse nutriente chega a cada uma dos trilhões de células do nosso corpo?

As pequenas partículas formadas a partir da digestão (nutrientes) atravessam as paredes do intestino delgado e dos vasos sanguíneos e são transportados pelo sangue para todas as células do corpo humano.

Portanto, o sistema circulatório é quem carrega esse nutriente para cada célula do corpo. Pergunte a seus alunos se o oxigênio que também é transportado pelo sangue, também vai para as células. Todas as células precisam desse oxigênio, por isso, da mesma forma que os nutrientes atingem cada uma das células do nosso corpo, o oxigênio também.

Faça uma analogia com os alunos: informe a eles que as células precisam de combustível, assim como o carro, para produzir energia. O combustível das células são os nutrientes, obtidos através dos alimentos no aparelho digestório e, o dos carros comuns, gasolina ou álcool. Além disso, como acontece nos motores dos carros, é necessária também, a presença de oxigênio para haver a combustão, que libera a energia tanto para o carro andar, como para as nossas atividades diárias.

3ª etapa
Divida a sala em trios. Peça que cada aluno leia um dos cartões e depois socialize com os colegas. Nesse momento, eles deverão ser informados de que escreverão um texto com informações sobre a integração desses três sistemas do corpo humano.

Avaliação
Solicite aos alunos que redijam, individualmente, um pequeno texto com o seguinte título: os sistemas trabalhando em conjunto. Esse texto deve conter informações sobre os três sistemas trabalhados e a forma como cada um se relaciona com o outro (circulatório x digestório - digestório x respiratório - respiratório x circulatório). Dessa forma, você conseguirá avaliar o que cada aluno compreendeu sobre a relação entre esses três sistemas.

Retirado do site: http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/alimentacao-corpo-humano-646167.shtml
SER PROFESSOR É...


PEDAGOGIA


Organização Curricular no Ensino Fundamental.


Vídeo explicativo sobre a organização curricular no Ensino Fundamental I.